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Ano novo, hábitos novos: Como começar o ano fazendo tudo diferente?

Ano novo, hábitos novos: Como começar o ano fazendo tudo diferente?

28 de dezembro de 2019 Blog Carreira e projeto de vida Produtividade 0
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A maioria das pessoas têm algum hábito do qual se queixarem. Seja o de beber pouca água, de procrastinar ou de sempre ver o lado negativo das coisas, maus hábitos derrubam nossa qualidade de vida, relacionamentos, produtividade e autoestima. Eles são padrões desfuncionais repetidos diversas vezes e que só nos fazem questionar nossa capacidade de fazer as coisas de forma diferente. Achamos que “nasci assim, cresci assim e vou ser sempre assim”.

A verdade é que hábitos podem ser remodelados e abandonados. Existem táticas eficazes para fazer isso acontecer.

Mudando hábitos 1: resoluções

Okay, planejar não é suficiente. Mas já vimos algumas vezes por aqui que traçar planos de ação têm grande influência sobre nossos resultados. Falando de hábitos, planejamento é um passo importante para a ação transformadora. Então, o primeiro passo é entender qual hábito quer abandonar, até quando. O como abordaremos no terceiro ponto.

Faça o seguinte: identifique (com o máximo de detalhes) o novo hábito que quer construir ou aquele que quer derrubar. Descreva isso em forma de uma meta, com um prazo. Por exemplo: Parar de procrastinar o TCC até 05 de janeiro de 2020. Definir prazos é importante para dar um horizonte e guiar os passos. Depois dessa etapa, estruture o que precisa fazer (com prazos também) para chegar lá, partindo de sua realidade atual.

Apoio social

As pessoas ao nosso redor nos influenciam mais do que imaginamos. Pense que tudo que sabe hoje foi influenciado por seu flutuante ciclo de relacionamentos durante a vida. Se suas referências foram mais tradicionais, liberais, politizadas, religiosas, vaidosas ou agressivas, você recebeu algum nível de influência delas. E quando falamos de hábitos, eles são prioritariamente construídos nas relações mais básicas, como família e escola. Vemos formas de lidar com o mundo, repetimos isso (com nosso toque pessoal) e temos um hábito se formando a curto, médio ou longo prazo.

Seguindo esta lógica, buscar pessoas que nos ajudem a largar os maus hábitos ou construir novos é um passo importante. Se seu redor não colaborar com sua mudança, ficará bem mais difícil obter êxito. Essas essas que irão te ajudar podem ser amigos(as), familiares, profissionais, mentores… E quanto mais pessoas somando ao seu objetivo, melhor.

A cartada final: obstrução

Segundo pesquisas da psicóloga social Wendy Wood, obstruir as chances de realizar o mau hábito é o caminho mais eficiente. Ela diz que somente mudando o ambiente, cortando ligações e impedindo as possibilidades é que os maus hábitos são, de fato, abandonados. Fora deste caminho, sempre há a chance de recaída.

Essa tática possivelmente vai te ajudar a largar esses maus hábitos que te atrapalham, então pense: o que você tem que cortar, definitivamente, hoje? Por mais que essa pergunte soe radical, ela é necessárias. Existem táticas (ações de curto prazo) que precisamos abandonar em prol da estratégia (longo prazo), e se você não estiver disposto(a) a isso, se submeterá às consequências apropriadas à sua escolha.

Não seja refém dos maus hábitos

Por mais que sejamos apegados aos maus hábitos e achemos difícil de largá-los, no fundo conhecemos a verdade. Sabemos que eles nos impedem de avançar, travam nosso percurso. Para o artigo de hoje, cabe a reflexão (pro)ativa:

  • Você quer permanecer do mesmo jeito?
  • Qual preço prefere pagar: o de permanecer no mesmo lugar, ou o de mudar?
  • Os seus maus hábitos te trouxeram algo de bom até hoje?
  • Que ano você quer construir? Esses maus hábitos vão te ajudar nisso?
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