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Aspectos comportamentais e autoconhecimento

Aspectos comportamentais e autoconhecimento

28 de março de 2016 Blog 0
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Empregabilidade é um conceito que é levado muito para a esfera técnica ou para os conhecimentos sobre currículo ou postura, mas atualmente está em ascensão um novo modo de selecionar funcionários: pelos aspectos comportamentais. O nosso comportamento tem sido elemento chave de nossas admissões e demissões, e o que pouco se fala é que esse processo baseia principalmente em autoconhecimento. Autoconhecimento e desenvolvimento atitudinal caminham de mãos dadas. É o conhecimento sobre nós mesmos que nos orienta sobre onde e como estamos, onde e como queremos estar e como podemos chegar lá. Não se conhecer suficientemente bem é mais delicado e comum do que se imagina, e pode causar resultados desastrosos. Priorize se conhecer para se potencializar no mercado depois.

Uma boa forma de começar esse processo é pelo autoconhecimento por meio de perguntas, como: o que você deseja alcançar (de verdade, de coração, e bem específico)? Saber para onde está indo é fundamental.

Prosseguindo, você deve se perguntar quão empregável você é. Claro que não existe um padrão inflexível, pois isso varia em cada empresa e carreira, mas há perguntas-base para nos ajudar a nos guiarmos de maneira geral. São algumas delas:

  • Quantos convites eu recebi para trabalhar em outra empresa nos últimos tempos?
  • Quanto eu ganhava há um ano?
  • Nessa época, qual era o valor de mercado para uma pessoa como eu?
  • Quanto eu ganho hoje? Quanto eu deveria ganhar hoje?
  •  Baseado no que sou hoje, o que eu serei daqui a cinco anos?
  • Quais são as minhas metas para o futuro?

Depois dessa análise, entenda como estão suas competências (conhecimentos + habilidades + atitudes), em especial seu atitudinal, pois currículo dá acesso, mas o comportamento é que gera permanência ou demissão. Tecnicamente falando, no coaching existem quatro perfis comportamentais base (todo mundo tem os quatro, mas – em condições normais – um sempre vai ser ascendente), e cada um tem seus pontos positivos e negativos. É importante você reconhecer o quê em suas atitudes devem ser aperfeiçoadas para que você esteja – de fato – preparado(a) para o mercado de trabalho te aceitar e manter.

Falando em competências… existem 9 competências atitudinais (ser e agir) que basicamente todo profissional precisa desenvolver para ter acesso e diferencial no mercado de trabalho. São elas:

  1. Iniciativa e liderança, O LÍDER: isso não tem, necessariamente, a ver com gerenciar equipes, mas primeiramente em liderar a si mesmo, mostrar que tem atitude e que é um bom liderado. Mostrar ser um bom líder é um diferencial a mais dentro dessa competência e que é exigência para algumas posições e cargos..
  2. Trabalho em equipe, O AGREGADOR: saber trabalhar em equipe é fundamental para manter produtividade e um clima saudável na empresa, e faz bem – inclusive – para sua saúde (estresse, possível fruto de relações conflituosas, mata!).
  3. Capacidade de aprender e de mudar, O APRENDIZ: mostrar que você está disposto(a) a desconstruir conceitos ultrapassados e aprender coisas novas significativas é muito importante para ascensão e permanência no mercado.
  4. Respeito à opinião alheia, O EDUCADO: isso implica em respeitar a postura, o comportamento e a opinião das pessoas, mesmo que não concorde. Mostrar não ser preconceituoso(a) e não zombar/menosprezar a postura alheia faz parte desse conjunto de atitudes recomendadas. Respeito é uma questão básica de caráter, e não de concordância.
  5. Visão de cliente/qualidade, O SERVIDOR: o que é isso? Significa se por no lugar dos seus clientes, dar seu melhor, fazer como se fosse para você.
  6. Elegância no tratar e no agir, O ELEGANTE: ser elegante não significa vestir roupas de grife ou jóias de ouro 18K, mas saber se portar dentro das mais diversas situações.
  7. Assumir compromissos e cumpri-los, O CUMPRIDOR: falar e não fazer trás para você uma imagem de profissional antiético e mentiroso e tira a confiança de seus líderes e colegas de trabalho. Não seja um falador!
  8. Experiência anterior ou conhecimento geral, O EXPERIENTE:  para atuar em uma área não significa necessariamente que você precise ter vasta experiência com ela (seria até ilógico, não acha? Experiência se apreende com atuação!), mas sim que você mostra segurança no que faz, que tem propriedade, que sabe o que está falando.
  9. Conhecimento para o cargo, O PREPARADO: aí entra a parte do conhecimento técnico, que erroneamente aparece como protagonista das seleções de emprego nas conversas e textos que vemos.

 

Então é isso, protagonista! Se quiser saber mais sobre autoconhecimento assista a esse meu vídeo abaixo e comente dizendo o que achou e se tem alguma dúvida!

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